Material
O que precisamos da Bravo.
A demonstração foi montada só com material público da própria Bravo — site, Instagram e canal no YouTube. Onde faltou coisa, deixamos marcado em vez de inventar. Esta página lista o que falta, em ordem de impacto, com o formato de cada item.
Sem isso, três seções ficam pela metade.
Liberar a incorporação dos vídeos no YouTube
27 dos 30 vídeos do canal estão com a incorporação desativada. Por isso eles não tocam dentro do site — só os três liberados aparecem na seção Concertos. É uma chave por vídeo, não custa nada e não muda o vídeo para quem assiste no YouTube.
Conteúdo → abrir o vídeo → Mostrar mais → marcar
Permitir incorporação → Salvar
Usado em: capa, Concertos e Repertório.
Áudio das gravações, por peça
Hoje o repertório toca som ambiente capturado em celular. É o suficiente para dar ideia da formação, mas para vender música o áudio precisa ser o de verdade. Um trecho por peça já resolve — não precisa da gravação inteira.
Usado em: Repertório — a seção que mais aproxima o visitante do orçamento.
Depoimentos de clientes, com autorização
São mais de 2.000 eventos e nenhuma prova pública. Para uma decisão que não se repete, isso pesa mais que qualquer argumento nosso. Três já mudam a página.
- O que fez escolher a Bravo em vez de outra opção
- Um momento específico do evento, com o nome da música se houver
- Autorização para usar o nome, o tipo de evento e o ano
- Se possível, uma foto do evento — mesmo de celular
Usado em: Depoimentos, hoje com textos de exemplo marcados.
Lacunas visíveis na demonstração.
Fotos das linhas Jazz, Big Band, Pop e Natal
Só a Bravo Clássica tem imagem identificada. As outras quatro aparecem como cartões tipográficos — ficou elegante, mas é uma lacuna, não uma escolha.
Usado em: Produtos.
Retrato de Dierson Torres
Ele assina as composições, reduções e releituras, e a Sinfonia Luiz Gonzaga. Não achamos retrato publicado, então ele saiu da seção em vez de entrar com foto errada.
Usado em: A Bravo, ao lado de Alexandre e Letícia.
Confirmar contato e canais
O celular publicado no site tem oito dígitos, formato anterior ao nono. Precisamos do número atual, saber se há WhatsApp e, se houver, se é o canal oficial de atendimento.
Usado em: Contato, assistente e todo o painel de atendimento.
O que precisa de um sim antes de ir ao ar.
Tudo que está na demonstração é material público da Bravo, mas publicar em outro endereço é decisão da empresa. Antes de qualquer publicação real, precisamos de confirmação sobre:
- As fotografias do concerto — 27 arquivos com marca d'água © Daniel Albuquerque. O crédito está na capa, na seção e no rodapé, mas o uso precisa do aceite do fotógrafo.
- Os vídeos e imagens do Instagram — sete publicações da própria Bravo, recomprimidas e hospedadas pelo mockup, cada uma com link para o post original.
- O retrato de Alexandre Lemos — publicado pela Folha de Pernambuco em 2017 com crédito "Divulgação". Idealmente a Bravo envia um retrato próprio, mais recente.
- O retrato de Letícia Lemos — recortado de um post do perfil oficial de 2023.
Descartamos de propósito três publicações do Instagram: eram republicações de terceiros com convidados identificáveis em primeiro plano, gente que não é da Bravo e não autorizou aparecer.
Dois pontos do site atual.
- O domínio não tem HTTPS. O
produtorabravo.com.brresponde só em HTTP. Navegadores marcam como "não seguro" e a busca penaliza. Entra na primeira fase da implantação. - O site atual é de 2011. Não é responsivo e não tem como receber briefing. É o que esta demonstração se propõe a substituir.
Resumo
Em uma frase.
Se a Bravo só puder fazer uma coisa, que seja liberar a incorporação dos vídeos — é um clique por vídeo e devolve o acervo inteiro ao site. Se puder fazer duas, a segunda é o áudio das peças.